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Cultura

Museu Histórico e Artístico de Planaltina, em casa histórica, tem Plano Museológico aprovado em 2020

O museu abre de quarta a domingo, segundo a Administração Regional; o plano descreve o acervo e registra a falta de inventário em 2020

Museu Histórico de Planaltina, construção de paredes brancas e janelas azuis
Foto: Matheus de Souza Silva

Por Redação do Jornal de Planaltina

Publicado em

3 min de leituraPlanaltina (DF)

O Museu Histórico e Artístico de Planaltina (MHAP) funciona em uma casa construída entre os séculos XIX e XX por Afonso Coelho da Silva Campos, segundo a Administração Regional de Planaltina (DF). A casa abriga o Museu da Cidade desde 1974.

A casa

Segundo a página da Administração Regional, os primeiros moradores foram o coronel Salviano Monteiro Guimarães, a esposa, Olívia, e os oito filhos. A casa foi herdada pela filha Maria América, que a transferiu ao Governo do Distrito Federal no fim da vida, para que nela fosse implantado o museu.

Um decreto de 29 de novembro de 1973 declarou de utilidade pública, para efeito de desapropriação, o imóvel da Praça Coronel Salviano Monteiro, nº 24. Incluiu os móveis antigos da casa. O texto considerava a necessidade de criar o museu.

O tombamento

O Decreto nº 6.939, de 19 de agosto de 1982, dispõe sobre o tombamento provisório do museu e do mobiliário histórico. O artigo 5º diz que, para todos os efeitos de proteção, o tombamento provisório se equiparará ao definitivo. A SECEC inclui o museu na lista de bens tombados no DF.

O acervo

O diagnóstico do Plano Museológico, de 2020, descreve o acervo. A exposição de longa duração ocupa 6 cômodos, e as visitas se baseiam na arquitetura e no mobiliário. A coleção é de peças de mobiliário de interiores, quadros e fotografias emolduradas, além do acervo operacional: a edificação, o jardim e a Praça Salviano Monteiro. Há também acervo bibliográfico, com exemplares do Jornal Mestre D'Armas, e acervo arquivístico.

Parte do acervo estava sob guarda da SECEC: 40 itens, dos quais 7 restaurados e 33 sem restauro. O retorno das peças ao museu depende de condições adequadas de guarda. O plano registra que o museu não tinha inventário do acervo e põe o mapeamento dos bens como prioridade.

O plano

Segundo a Administração Regional, o primeiro Plano Museológico do MHAP é “oriundo de determinação da justiça” e foi feito por consultoria da Unesco, por meio da SECEC e da Subsecretaria do Patrimônio Cultural. A responsável técnica foi a museóloga Rondelly Soares Cavulla. O plano foi apresentado em videoconferência pública em 6 de julho de 2020, com 37 participantes.

O Diário Oficial do DF de 31 de dezembro de 2021 traz a Ordem de Serviço nº 166, de 29 de dezembro de 2021, que tornou o plano público. A ordem diz que ele foi aprovado em audiência pública virtual em 6 de julho de 2020. O documento sugere revisão em até cinco anos, de 2020 a 2025.

Para visitar

  • Endereço: Setor Tradicional, Quadra 57, Planaltina (DF), segundo a Administração Regional. O decreto de 1982 cita a Praça Coronel Salviano Monteiro, nº 24, esquina com a Avenida Goiás.
  • Horário: de quarta a domingo, das 8h às 12h e das 14h às 18h, segundo a página da Administração Regional, que não tem data.
  • Entrada: não informado.
  • Telefone: não informado.

As fontes não dizem se o inventário foi feito depois de 2020 nem se o plano foi revisado até 2025.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial e revisado pela redação.

Escrito com apoio de IA a partir de dossiê conferido contra a fonte; verificado por outro agente de IA em 5 de outubro de 2026 e corrigido após a verificação.

Fontes

Etiquetas: Museu Histórico e Artístico de Planaltina, Plano Museológico, patrimônio, tombamento

Autor

Redação do Jornal de Planaltina

Redação

Autoria coletiva. Os textos são produzidos com apoio de inteligência artificial a partir de fontes primárias, com a fonte e a data de cada fato indicadas na matéria.

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